quarta-feira, 24 de junho de 2009
Aprender a aprender...
quarta-feira, 17 de junho de 2009
LINGUAGEM LOGO

LINGUAGEM LOGO
“Para Zacharias,2007, a linguagem Logo nasceu com base nas referências teóricas sobre a natureza da aprendizagem desenvolvidas por Piaget (reinterpretadas por Papert), e nas teorias computacionais, principalmente a da Inteligência Artificial, vista como Ciência da Cognição, que para Papert também é uma metodologia de ensino-aprendizagem, cujo objetivo é fazer com que as crianças pensem a respeito de si mesmas.”
A linguagem LOGO é uma linguagem de programação que começou a fazer parte dos centros de pesquisas e das escolas a partir do desenvolvimento dos micro-computadores da Texas Instrument e da Apple.
Esta linguagem é também uma filosofia que surgiu dos contatos de Papert com a obra de Piaget e dos estudos sobre o problema da inteligência artificial.
O símbolo desta linguagem é uma tartaruga que obedece comandos, os quais necessitam de reflexão, atenção, e normalmente chama atenção das crianças, por se tratar de um animalzinho que “anda” de acordo com o comando que ele dá para a mesma.
Esta linguagem trabalha o raciocínio, a lateralidade, a coordenação motora, bem como outros aspectos cognitivos da criança.
Conceituando Educação a Distância e Educação Aberta

EDUCAÇÃO A DISTANCIA
A mesma se dá no processo de ensino aprendizagem por meio de ferramentas, onde o professor através de tecnologias ( computador, internet, vídeos, etc), orienta o aluno interligando conhecimentos, sem praticamente ter contato físico com o mesmo. Á distancia, porque o professor não está lado a lado do aluno, mas em outro espaço e orientando seu conhecimento.
Esse modelo educação vem se expandindo dado o avanço tecnológicos que possibilita essa modalidade de educação.
EDUCAÇÃO ABERTA
Educação aberta é aquela onde o aluno direciona os conteúdos a serem estudados. As atividades são aplicadas sem regras prescritas, sendo aplicadas do início ao fim do seu aprendizado. A mesma pode acontecer em educação presencial ou em educação à distancia. Nesta modalidade de educação, o aluno é o centro deste processo de aprendizagem, e o professor atuaria como mediador.
Conhecimento Virtual
Com os avanços da tecnologia, a cada dia mais pessoas tem acesso ao mundo virtual. Com isso, o acesso a informações de modo geral ampliou-se, fazendo o virtual parte do mundo real. No entanto é preciso ter cautela ao utilizar as muitas ferramentas tecnológicas oferecidas, principalmente via internet, pois as mesmas podem deturpar a aquisição de conhecimento, uma vez que nem todas as informações presentes no ciberespaço são confiáveis.
Contudo é possível sim utilizar, essa ferramenta favor do conhecimento, pois o fato de estar distante e não palpável, não significa ser irreal. Dependerá do ponto de vista e da interpretação que o sujeito tem da realidade, e da cultura em que o mesmo está inserido.
A tecnologia vem como meio de aproximar as pessoas o conhecimento, as culturas, facilitando o acesso a conteúdos diversos, encurtando distancias e rompendo fronteiras.
Portanto, selecionar as informações se faz necessário, pois assim como a realidade pode ser deturpada dependendo do ponto de vista e da à subjetividade do sujeito, também o conteúdo virtual estás sujeito a deturpações, manipulações e falsificações.
O Professor deve se apropriar destas ferramentas para servir como mediador no processo de aprendizagem, aproveitando o conhecimento/ contato e que os alunos têm dessas ferramentas.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Telepistemologia

Telepistemologia
No texto, o conceito de telepistemologia está relacionado a um tipo de conhecimento, porém um conhecimento que se dá a distancia, de modo particular no mundo virtual, ou seja no mundo da conhecida internet. Percebemos que ela está presente no dia-a-dia de todos nós,mesmo não sendo um assunto e/ou nome tão recorrente. Ela faz parte, está presente, é o real e o virtual, presente na vida de milhares de pessoas, que estão conectadas através de redes.
Conhecimento virtual e Conhecimento Real
A história da tecnologia é amplamente a negação da distância. Essa frase sintetiza o que o autor pensa sobre o conhecimento virtual. Conhecimento esse que possibilita aprendizagem, ainda que tenhamos receio por aquilo que não é palpável, visto a olha nu.
O autor coloca que o fato de estar distante “virtual”, parece fazer com que a pessoa desconfie do resultado, ou seja, cremos mais facilmente no que vemos, seja porque a falsificação fica mais fácil, deixa claro que a internet pode sim construir conhecimento e não apenas reprodução daquilo que já está “dado”, e que caímos muitas vezes no equívoco de pensar que o relacionamento professor/aluno está distante da reprodução.
Ele aborda duas questões importantes, que é o conhecimento por contato, produzido de modo interpretativo e seletivo, e por descrição, modo natural de conhecer também, desde que seja de um conteúdo reconstrutivo
O autor coloca a presença do real e do virtual como algo que caminha junto, pois antes que algo se torne real, este passa pelo imaginário. Ambos se entrelaçam de tal forma tornando-se natural, um faz parte do outro. Somos capazes de virtualizar a realidade física, ou seja, projetá-la mentalmente antes que de fato aconteça. Entretanto, cada uma no seu tempo.
O virtual não está presente fisicamente por isso se torna distante, porém, não se pode separar da realidade e tão pouco fazer coincidir.
TEXTO: TELEPISTEMOLOGIA
AUTOR: PEDRO DEMO
O que é Conferência Web ou Web Conference?
É uma forma de discussão em grupo, que utiliza mensagens texto armazenadas em um computador como meio de comunicação. Sem incluir nisto, as várias formas de comunicação em tempo real, como chats, teleconferências, ou videoconferências.
Uma forma de ensinar e aprender com essa ferramenta
Grupos de Trabalho (Workgroup)
As ferramentas de Grupo de Trabalho (Workgroup ou Groupware), foram consideradas como uma nova categoria de programas com a introdução do Lotus Notes em 1989. Esta “linha” de ferramentas é uma variação dos fóruns centralizados. Mas considerando-se que os programas de fórum são focados principalmente na discussão em grupo, as ferramentas de grupo de trabalho suportam uma grande variedade de outras atividades, como agendamentos e compartilhamento de documentos. Algumas ferramentas de grupo de trabalho são parte de outros aplicativos, e outras são ferramentas de trabalho para a criação de aplicações em conjunto(WOOLLEY, 1996).
Alguns exemplos de ferramentas de grupo de trabalho para Web, são:
InTandem,
Livelink,
Lotus Domino,
Oracle InterOffice,
TCBWorks,
TEAMate,
WebShare, entre outras.
retirado do sitio:http://orbita.starmedia.com/~gmassaro/ferramentas.html
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Literatura Infantil - Ruth Rocha
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Sociedade do Conhecimento
“A assim chamada sociedade do conhecimento é uma ideologia produzida pelo capitalismo, é um fenômeno no campo da reprodução ideológica do capitalismo. Assim, para falar sobre algumas ilusões da sociedade do conhecimento é preciso primeiramente explicitar que a sociedade do conhecimento é por si mesma, uma ilusão que cumpre uma determinada função ideológica na sociedade capitalista contemporânea.”
A pedagogia do “aprender a aprender:”
Coloca o individuo como capaz de desenvolver seu aprendizado por si mesmo, sendo esse aprendizado superior ao que lhe é transmitido por outras pessoas. Nesse processo de aprendizado, o aluno constrói seu próprio método de construção do conhecimento, este passa a ser mais importante do que o já produzido socialmente.
Porem, essa atividade do aluno, para ser verdadeiramente educativa, deve considerar os interesses e necessidades da própria criança, dando-lhe sentido funcional. Pois em uma sociedade em acelerado processo de mudança, o individuo deve estar preparado para acompanhar a mesmas. Nesse sentido o conhecimento se torna cada vez mais provisório, portanto, o individuo tem que aprender a se atualizar.
Newton Duarte(2001) diz que esse tipo de pedagogia “[...]mostra seu verdadeiro núcleo fundamental: trata-se de um lema que sintetiza uma concepção educacional voltada parar a formação da capacidade adaptativa dos indivíduos.”
Ainda segundo o autor:
“O caráter adaptativo dessa pedagogia está bem evidente. Trata-se de preparar aos indivíduos formando as competências necessárias à condição de desempregado, deficiente, mãe solteira etc. Aos educadores caberia conhecer a realidade social não para fazer a critica a essa realidade e construir uma educação comprometida com as lutas por uma transformação social radical, mas sim para saber melhor quais competências a realidade social está exigindo dos indivíduos.
Quando os educadores e psicólogos apresentam o “aprender a aprender” como síntese de uma educação destinada a formar indivíduos criativo, é importante atentar para um detalhe fundamental: essa criatividade não deve ser confundida com busca de transformações radicais na sociedade, busca de superação radical da sociedade capitalista, mas sim criatividade em termos de capacidade de encontrar novas formas de ação que permitam melhor adaptação aos ditames da sociedade capitalista”
quarta-feira, 13 de maio de 2009
A Evolução do Desenho Infantil

Descoberta de um Universo: A Evolução do Desenho Infantil
Autora: Thereza Bordoni
O desenho como possibilidade de brincar, o desenho como possibilidade de falar de registrar, marca o desenvolvimento da infância, porém em cada estágio, o desenho assume um caráter próprio. Estes estágios definem maneiras de desenhar que são bastante similares em todas as crianças, apesar das diferenças individuais de temperamento e sensibilidade. Esta maneira de desenhar própria de cada idade varia, inclusive, muito pouco de cultura para cultura.
Aqui a expressão é o jogo simbólico: "eu represento sozinho". O símbolo já existe. Identificada: mudança de movimentos; formas irreconhecíveis com significado; atribui nomes, conta histórias. A figura humana pode aparecer de maneira imaginária, aparecem sóis, radiais e mandalas. A expressão também é o jogo simbólico.
E ainda alguns psicólogos e pedagogos, em uma linguagem mais coloquial, utilizam as seguintes referencias:
É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controle motor, a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão. As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes, que ficam soltas na página. No final dessa fase, é possível que surjam os primeiros indícios de figuras humanas, como cabeças com olhos.
• De 3 a 4 anos
• De 5 a 6 anos
• De 7 a 8 anos
NAVILLE, Pierre. "Elements d'une bibliographie critique". In: Enfance, 1950, n.3-4, p. 310. Parsons, Michael J. Compreender a Arte. Lisboa: Ed. Presença, 1992.PIAGET, J. A formação dos símbolos na Infância. PUF, 1948
RABELLO, Sylvio. Psicologia do Desenho Infantil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1935.READ, HEBERT. Educação Através da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1971.RIOUX, George. Dessin et Structure Mentale. Paris: Presses Universitaires de France, 1951.ROUMA, George. El Lenguage Gráfico del Niño. Buenos Aires: El Ateneo, 1947.
REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Ministério da Educação e do Desporto, secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v.
Histórias Infantis
A Importância das Histórias Infantis para o Desenvolvimento cognitivo da Criança.
Acesse os links abaixo e terá acesso as lindas histórias.
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/eu000004.pdfhttp://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/eu00001a.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ea000337.pdf
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/eu00002b.pdf.pdf
Jogos simples e fácil de fazer
Riscar e aprender
retirado do sitio: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil
Alternativa simples e barata para aproveitar espaços vazios, jogos com giz desenvolvem as habilidades corporais e o aprendizado de regras
Luiza Andrade (novaescola@atleitor.com.br)

CARACOL Pulando em direção ao centro do tabuleiro, os pequenos saltam e trabalham o equilíbrio. Ilustrações: Thais Beltrame
Traçar linhas no chão e recolher um punhado de pedrinhas é o que basta para a preparação das brincadeiras com giz. Por terem normas versáteis, elas são adaptáveis aos dois estágios da Educação Infantil (leia as regras dos jogos na página seguinte). "Além de serem feitos em qualquer espaço - num pátio ou na própria sala, por exemplo -, esses jogos são ótimos para trabalhar o movimento no dia-a-dia", diz Fernanda Ferrari Arantes, psicóloga e professora de Educação Infantil da Escola Viva, em São Paulo. E não é preciso ficar restrito à tradicional amarelinha: as opções incluem caracol, toca do coelho e circuitos com diferentes graus de complexidade (veja as ilustrações).
Para os menores, de 2 e 3 anos, a vivência lúdica é o ponto forte - o importante, então, é deixar os pequenos se divertirem, oferecendo desafios adequados à faixa etária. "O controle motor ainda é restrito. Dá para brincar de caracol, por exemplo, porém sem exigir pulos em um pé só ou percursos muito longos", diz Ana Paula Yazbek, capacitadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo.
Na pré-escola, embora a ênfase no movimento siga dando o tom do trabalho, as regras também ganham destaque. Você já pode pedir o cumprimento de normas elaboradas, que necessitem de mais concentração e raciocínio. É importante, contudo, sempre considerar o nível da turma e ficar atento à diversidade. "Se o jogo ou as regras forem muito fáceis ou difíceis demais, o interesse da turma cairá. É preciso encontrar o equilíbrio e saber que algumas crianças não responderão de pronto a todas as regras", explica Marcelo Jabu, educador e autor dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Educação Física.

A Importancia de Brincar
O que não pode faltar na pré-escola
Para que as turmas de pré-escola se desenvolvam plenamente, é importante conhecer as características de cada faixa etária e fazer com que algumas experiências essenciais façam parte do planejamento. Veja aqui como trabalhá-las e por que são tão importantes
Beatriz Santomauro (bsantomauro@abril.com.br) e Luiza Andrade. Colaboraram Bianca Bibiano, Denise Pellegrini, de Curitiba, PR; Julia Browne, de Belo Horizonte, MG; Thaís Gurgel, de Sobral, CE; e Vilmar Oliveira, de São José dos Campos, SP.
Brincar

Uma boa estratégia para enriquecer o brincar é atrair a garotada para espaços diferenciados, como o canto da casinha, do salão de maquiagem, da mecânica ou da biblioteca. O cenário, por si só, avisa a proposta da brincadeira e pressupõe papéis. Depois, com o tempo, o grupo mesmo produzirá outros.
Conteúdo retirado do : http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/

