quarta-feira, 24 de junho de 2009

Aprender a aprender...

Aprender a aprender é importante em qualquer idade, tente sempre aprender com o outro, pois em todos os momentos de nossa vida aprendemos e ensinamos.


quarta-feira, 17 de junho de 2009

LINGUAGEM LOGO


LINGUAGEM LOGO

“Para Zacharias,2007, a linguagem Logo nasceu com base nas referências teóricas sobre a natureza da aprendizagem desenvolvidas por Piaget (reinterpretadas por Papert), e nas teorias computacionais, principalmente a da Inteligência Artificial, vista como Ciência da Cognição, que para Papert também é uma metodologia de ensino-aprendizagem, cujo objetivo é fazer com que as crianças pensem a respeito de si mesmas.”
A linguagem LOGO é uma linguagem de programação que começou a fazer parte dos centros de pesquisas e das escolas a partir do desenvolvimento dos micro-computadores da Texas Instrument e da Apple.
Esta linguagem é também uma filosofia que surgiu dos contatos de Papert com a obra de Piaget e dos estudos sobre o problema da inteligência artificial.
O símbolo desta linguagem é uma tartaruga que obedece comandos, os quais necessitam de reflexão, atenção, e normalmente chama atenção das crianças, por se tratar de um animalzinho que “anda” de acordo com o comando que ele dá para a mesma.
Esta linguagem trabalha o raciocínio, a lateralidade, a coordenação motora, bem como outros aspectos cognitivos da criança.

Conceituando Educação a Distância e Educação Aberta


EDUCAÇÃO A DISTANCIA
A mesma se dá no processo de ensino aprendizagem por meio de ferramentas, onde o professor através de tecnologias ( computador, internet, vídeos, etc), orienta o aluno interligando conhecimentos, sem praticamente ter contato físico com o mesmo. Á distancia, porque o professor não está lado a lado do aluno, mas em outro espaço e orientando seu conhecimento.
Esse modelo educação vem se expandindo dado o avanço tecnológicos que possibilita essa modalidade de educação.
EDUCAÇÃO ABERTA
Educação aberta é aquela onde o aluno direciona os conteúdos a serem estudados. As atividades são aplicadas sem regras prescritas, sendo aplicadas do início ao fim do seu aprendizado. A mesma pode acontecer em educação presencial ou em educação à distancia. Nesta modalidade de educação, o aluno é o centro deste processo de aprendizagem, e o professor atuaria como mediador.

Conhecimento Virtual

O que é conhecimento virtual?

Com os avanços da tecnologia, a cada dia mais pessoas tem acesso ao mundo virtual. Com isso, o acesso a informações de modo geral ampliou-se, fazendo o virtual parte do mundo real. No entanto é preciso ter cautela ao utilizar as muitas ferramentas tecnológicas oferecidas, principalmente via internet, pois as mesmas podem deturpar a aquisição de conhecimento, uma vez que nem todas as informações presentes no ciberespaço são confiáveis.

Contudo é possível sim utilizar, essa ferramenta favor do conhecimento, pois o fato de estar distante e não palpável, não significa ser irreal. Dependerá do ponto de vista e da interpretação que o sujeito tem da realidade, e da cultura em que o mesmo está inserido.

A tecnologia vem como meio de aproximar as pessoas o conhecimento, as culturas, facilitando o acesso a conteúdos diversos, encurtando distancias e rompendo fronteiras.

Portanto, selecionar as informações se faz necessário, pois assim como a realidade pode ser deturpada dependendo do ponto de vista e da à subjetividade do sujeito, também o conteúdo virtual estás sujeito a deturpações, manipulações e falsificações.

O Professor deve se apropriar destas ferramentas para servir como mediador no processo de aprendizagem, aproveitando o conhecimento/ contato e que os alunos têm dessas ferramentas.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Aprendendo Matemática

Para muitas crianças, os adultos são exemplos..de quê??

Telepistemologia



Telepistemologia

No texto, o conceito de telepistemologia está relacionado a um tipo de conhecimento, porém um conhecimento que se dá a distancia, de modo particular no mundo virtual, ou seja no mundo da conhecida internet. Percebemos que ela está presente no dia-a-dia de todos nós,mesmo não sendo um assunto e/ou nome tão recorrente. Ela faz parte, está presente, é o real e o virtual, presente na vida de milhares de pessoas, que estão conectadas através de redes.


Conhecimento virtual e Conhecimento Real

A história da tecnologia é amplamente a negação da distância. Essa frase sintetiza o que o autor pensa sobre o conhecimento virtual. Conhecimento esse que possibilita aprendizagem, ainda que tenhamos receio por aquilo que não é palpável, visto a olha nu.
O autor coloca que o fato de estar distante “virtual”, parece fazer com que a pessoa desconfie do resultado, ou seja, cremos mais facilmente no que vemos, seja porque a falsificação fica mais fácil, deixa claro que a internet pode sim construir conhecimento e não apenas reprodução daquilo que já está “dado”, e que caímos muitas vezes no equívoco de pensar que o relacionamento professor/aluno está distante da reprodução.
Ele aborda duas questões importantes, que é o conhecimento por contato, produzido de modo interpretativo e seletivo, e por descrição, modo natural de conhecer também, desde que seja de um conteúdo reconstrutivo

O autor coloca a presença do real e do virtual como algo que caminha junto, pois antes que algo se torne real, este passa pelo imaginário. Ambos se entrelaçam de tal forma tornando-se natural, um faz parte do outro. Somos capazes de virtualizar a realidade física, ou seja, projetá-la mentalmente antes que de fato aconteça. Entretanto, cada uma no seu tempo.

O virtual não está presente fisicamente por isso se torna distante, porém, não se pode separar da realidade e tão pouco fazer coincidir.

TEXTO: TELEPISTEMOLOGIA
AUTOR: PEDRO DEMO

O que é Conferência Web ou Web Conference?

O que é Conferência Web ou Web Conference?
É uma forma de discussão em grupo, que utiliza mensagens texto armazenadas em um computador como meio de comunicação. Sem incluir nisto, as várias formas de comunicação em tempo real, como chats, teleconferências, ou videoconferências.

Uma forma de ensinar e aprender com essa ferramenta
Grupos de Trabalho (Workgroup)
As ferramentas de Grupo de Trabalho (Workgroup ou Groupware), foram consideradas como uma nova categoria de programas com a introdução do Lotus Notes em 1989. Esta “linha” de ferramentas é uma variação dos fóruns centralizados. Mas considerando-se que os programas de fórum são focados principalmente na discussão em grupo, as ferramentas de grupo de trabalho suportam uma grande variedade de outras atividades, como agendamentos e compartilhamento de documentos. Algumas ferramentas de grupo de trabalho são parte de outros aplicativos, e outras são ferramentas de trabalho para a criação de aplicações em conjunto(WOOLLEY, 1996).
Alguns exemplos de ferramentas de grupo de trabalho para Web, são:

InTandem,
Livelink,
Lotus Domino,
Oracle InterOffice,
TCBWorks,
TEAMate,
WebShare, entre outras.

retirado do sitio:http://orbita.starmedia.com/~gmassaro/ferramentas.html

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Literatura Infantil - Ruth Rocha


Indicamos o acesso no site da escritora de Literatura infantil Ruth Rocha. Neste site você vai encontrar jogos, histórias e a relação de livros publicados pela escritora.










segunda-feira, 18 de maio de 2009

Sociedade do Conhecimento

Conceito de sociedade do conhecimento segundo Newton Duarte:

“A assim chamada sociedade do conhecimento é uma ideologia produzida pelo capitalismo, é um fenômeno no campo da reprodução ideológica do capitalismo. Assim, para falar sobre algumas ilusões da sociedade do conhecimento é preciso primeiramente explicitar que a sociedade do conhecimento é por si mesma, uma ilusão que cumpre uma determinada função ideológica na sociedade capitalista contemporânea.”

A pedagogia do “aprender a aprender:”

Coloca o individuo como capaz de desenvolver seu aprendizado por si mesmo, sendo esse aprendizado superior ao que lhe é transmitido por outras pessoas. Nesse processo de aprendizado, o aluno constrói seu próprio método de construção do conhecimento, este passa a ser mais importante do que o já produzido socialmente.
Porem, essa atividade do aluno, para ser verdadeiramente educativa, deve considerar os interesses e necessidades da própria criança, dando-lhe sentido funcional. Pois em uma sociedade em acelerado processo de mudança, o individuo deve estar preparado para acompanhar a mesmas. Nesse sentido o conhecimento se torna cada vez mais provisório, portanto, o individuo tem que aprender a se atualizar.

Newton Duarte(2001) diz que esse tipo de pedagogia “[...]mostra seu verdadeiro núcleo fundamental: trata-se de um lema que sintetiza uma concepção educacional voltada parar a formação da capacidade adaptativa dos indivíduos.”
Ainda segundo o autor:
“O caráter adaptativo dessa pedagogia está bem evidente. Trata-se de preparar aos indivíduos formando as competências necessárias à condição de desempregado, deficiente, mãe solteira etc. Aos educadores caberia conhecer a realidade social não para fazer a critica a essa realidade e construir uma educação comprometida com as lutas por uma transformação social radical, mas sim para saber melhor quais competências a realidade social está exigindo dos indivíduos.
Quando os educadores e psicólogos apresentam o “aprender a aprender” como síntese de uma educação destinada a formar indivíduos criativo, é importante atentar para um detalhe fundamental: essa criatividade não deve ser confundida com busca de transformações radicais na sociedade, busca de superação radical da sociedade capitalista, mas sim criatividade em termos de capacidade de encontrar novas formas de ação que permitam melhor adaptação aos ditames da sociedade capitalista”

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A Evolução do Desenho Infantil











Descoberta de um Universo: A Evolução do Desenho Infantil
Autora: Thereza Bordoni




"Antes eu desenhava como Rafael,mas precisei de toda uma existência para


aprender a desenhar como as crianças".(Picasso)



O desenho como possibilidade de brincar, o desenho como possibilidade de falar de registrar, marca o desenvolvimento da infância, porém em cada estágio, o desenho assume um caráter próprio. Estes estágios definem maneiras de desenhar que são bastante similares em todas as crianças, apesar das diferenças individuais de temperamento e sensibilidade. Esta maneira de desenhar própria de cada idade varia, inclusive, muito pouco de cultura para cultura.


Luquet Distingue Quatro Estágios:


1- Realismo fortuito: começa por volta dos 2 anos e põe fim ao período chamado rabisco. A criança que começou por traçar signos sem desejo de representação descobre por acaso uma analogia com um objeto e passa a nomear seu desenho.


2- Realismo fracassado: Geralmente entre 3 e 4 anos tendo descoberto a identidade forma-objeto, a criança procura reproduzir esta forma.


3- Realismo intelectual: estendendo-se dos 4 aos 10-12 anos, caracteriza-se pelo fato que a criança desenha do objeto não aquilo que vê, mas aquilo que sabe. Nesta fase ela mistura diversos pontos de vista ( perspectivas ).


4- Realismo visual: É geralmente por volta dos 12 anos, marcado pela descoberta da perspectiva e a submissa às suas leis, daí um empobrecimento, um enxugamento progressivo do grafismo que tende a se juntar as produções adultas.


Marthe Berson distingue três estágios do rabisco:


1 - Estágio vegetativo motor: por volta dos 18 meses, o traçado e mais ou menos arredondado, conexo ou alongado e o lápis não sai da folha formando turbilhões.


2 - Estágio representativo: entre dois e 3 anos, caracteriza-se pelo aparecimento de formas isoladas, a criança passa do traço continuo para o traço descontinuo, pode haver comentário verbal do desenho.


3 - Estágio comunicativo: começa entre 3 e 4 anos, se traduz por uma vontade de escrever e de comunicar-se com outros. Traçado em forma de dentes de serra, que procura reproduzir a escrita dos adultos.


Em Uma Análise Piagetiana, temos:


1 - Garatuja: Faz parte da fase sensório motora ( 0 a 2 anos) e parte da fase pré-operacional (2 a 7 anos). A criança demonstra extremo prazer nesta fase. A figura humana é inexistente ou pode aparecer da maneira imaginária. A cor tem um papel secundário, aparecendo o interesse pelo contraste, mas não há intenção consciente. Pode ser dividida em:


Desordenada: movimentos amplos e desordenados. Com relação a expressão, vemos a imitação "eu imito, porém não represento". Ainda é um exercício.• Ordenada: movimentos longitudinais e circulares; coordenação viso-motora. A figura humana pode aparecer de maneira imaginária, pois aqui existe a exploração do traçado; interesse pelas formas (Diagrama).
Aqui a expressão é o jogo simbólico: "eu represento sozinho". O símbolo já existe. Identificada: mudança de movimentos; formas irreconhecíveis com significado; atribui nomes, conta histórias. A figura humana pode aparecer de maneira imaginária, aparecem sóis, radiais e mandalas. A expressão também é o jogo simbólico.


2 - Pré- Esquematismo: Dentro da fase pré-operatória, aparece a descoberta da relação entre desenho, pensamento e realidade. Quanto ao espaço, os desenhos são dispersos inicialmente, não relaciona entre si. Então aparecem as primeiras relações espaciais, surgindo devido à vínculos emocionais. A figura humana, torna-se uma procura de um conceito que depende do seu conhecimento ativo, inicia a mudança de símbolos. Quanto a utilização das cores, pode usar, mas não há relação ainda com a realidade, dependerá do interesse emocional. Dentro da expressão, o jogo simbólico aparece como: "nós representamos juntos".


3 - Esquematismo: Faz parte da fase das operações concretas (7 a 10 anos).Esquemas representativos, afirmação de si mediante repetição flexível do esquema; experiências novas são expressas pelo desvio do esquema. Quanto ao espaço, é o primeiro conceito definido de espaço: linha de base. Já tem um conceito definido quanto a figura humana, porém aparecem desvios do esquema como: exagero, negligência, omissão ou mudança de símbolo. Aqui existe a descoberta das relações quanto a cor; cor-objeto, podendo haver um desvio do esquema de cor expressa por experiência emocional. Aparece na expressão o jogo simbólico coletivo ou jogo dramático e a regra.


4 - Realismo: Também faz parte da fase das operações concretas, mas já no final desta fase. Existe uma consciência maior do sexo e autocrítica pronunciada. No espaço é descoberto o plano e a superposição. Abandona a linha de base. Na figura humana aparece o abandono das linhas. As formas geométricas aparecem. Maior rigidez e formalismo. Acentuação das roupas diferenciando os sexos. Aqui acontece o abandono do esquema de cor, a acentuação será de enfoque emocional. Tanto no Esquematismo como no Realismo, o jogo simbólico é coletivo, jogo dramático e regras existiram.


5 - Pseudo Naturalismo: Estamos na fase das operações abstratas (10 anos em diante)É o fim da arte como atividade expontânea. Inicia a investigação de sua própria personalidade. Aparece aqui dois tipos de tendência: visual (realismo, objetividade); háptico ( expressão subjetividade) No espaço já apresenta a profundidade ou a preocupação com experiências emocionais (espaço subjetivo). Na figura humana as características sexuais são exageradas, presença das articulações e proporções. A consciência visual (realismo) ou acentuação da expressão, também fazem parte deste período. Uma maior conscientização no uso da cor, podendo ser objetiva ou subjetiva. A expressão aparece como: "eu represento e você vê" Aqui estão presentes o exercício, símbolo e a regra.
E ainda alguns psicólogos e pedagogos, em uma linguagem mais coloquial, utilizam as seguintes referencias:


• De 1 a 3 anos
É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controle motor, a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão. As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes, que ficam soltas na página. No final dessa fase, é possível que surjam os primeiros indícios de figuras humanas, como cabeças com olhos.
• De 3 a 4 anos


Já conquistou a forma e seus desenhos têm a intenção de reproduzir algo. Ela também respeita melhor os limites do papel. Mas o grande salto é ser capaz de desenhar um ser humano reconhecível, com pernas, braços, pescoço e tronco.


De 4 a 5 anos


É uma fase de temas clássicos do desenho infantil, como paisagens, casinhas, flores, super-heróis, veículos e animais, varia no uso das cores, buscando um certo realismo. Suas figuras humanas já dispõem de novos detalhes, como cabelos, pés e mãos, e a distribuição dos desenhos no papel obedecem a uma certa lógica, do tipo céu no alto da folha. Aparece ainda a tendência à antropomorfização, ou seja, a emprestar características humanas a elementos da natureza, como o famoso sol com olhos e boca. Esta tendência deve se estender até 7 ou 8 anos.
De 5 a 6 anos


Os desenhos sempre se baseiam em roteiros com começo, meio e fim. As figuras humanas aparecem vestidas e a criança dá grande atenção a detalhes como as cores. Os temas variam e o fato de não terem nada a ver com a vida dela são um indício de desprendimento e capacidade de contar histórias sobre o mundo.
De 7 a 8 anos


O realismo é a marca desta fase, em que surge também a noção de perspectiva. Ou seja, os desenhos da criança já dão uma impressão de profundidade e distância. Extremamente exigentes, muitas deixam de desenhar, se acham que seus trabalhos não ficam bonitos.


Como podemos perceber o linha de evolução é similar mudando com maior ênfase o enfoque em alguns aspectos. O importante é respeitar os ritmos de cada criança e permitir que ela possa desenhar livremente, sem intervenção direta, explorando diversos materiais, suportes e situações.


Para tentarmos entender melhor o universo infantil muitas vezes buscamos interpretar os seus desenhos, devemos porem lembrar que a interpretação de um desenho isolada do contexto em que foi elaborado não faz sentido.


É aconselhável, ao professor, que ofereça às crianças o contato com diferentes tipos de desenhos e obras de artes, que elas façam a leitura de suas produções e escutem a de outros e também que sugira a criança desenhar a partir de observações diversas (cenas, objetos, pessoas) para que possamos ajudá-la a nutrisse de informações e enriquecer o seu grafismo. Assim elas poderão reformular suas idéias e construir novos conhecimentos.


Enfim, o desenho infantil é um universo cheio de mundos a serem explorados.


Referências Bibliográficas


LUQUET, G.H. Arte Infantil. Lisboa: Companhia Editora do Minho, 1969.MALVERN, S.B. "Inventing 'child art': Franz Cizek and modernism" In: British Journal of Aesthetics, 1995, 35(3), p.262-272.MEREDIEU, F. O desenho Infantil. São Paulo: Cultrix, 1974.
NAVILLE, Pierre. "Elements d'une bibliographie critique". In: Enfance, 1950, n.3-4, p. 310. Parsons, Michael J. Compreender a Arte. Lisboa: Ed. Presença, 1992.PIAGET, J. A formação dos símbolos na Infância. PUF, 1948
RABELLO, Sylvio. Psicologia do Desenho Infantil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1935.READ, HEBERT. Educação Através da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1971.RIOUX, George. Dessin et Structure Mentale. Paris: Presses Universitaires de France, 1951.ROUMA, George. El Lenguage Gráfico del Niño. Buenos Aires: El Ateneo, 1947.
REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Ministério da Educação e do Desporto, secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v.

Histórias Infantis

A Importância das Histórias Infantis para o Desenvolvimento cognitivo da Criança.

Acesse os links abaixo e terá acesso as lindas histórias.


http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/eu000004.pdf

http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/eu00001a.pdf

http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ea000337.pdf

http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/eu00002b.pdf.pdf

Jogos simples e fácil de fazer

Riscar e aprender

retirado do sitio: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil

Alternativa simples e barata para aproveitar espaços vazios, jogos com giz desenvolvem as habilidades corporais e o aprendizado de regras

Luiza Andrade (novaescola@atleitor.com.br)

Ilustrações: Thais Beltrame
TOCA DO COELHO
Dinâmicas, as trocas de toca privilegiam saltos, corrida, freadas bruscas e a agilidade corporal.
CARACOL Pulando em direção ao centro do tabuleiro, os pequenos saltam e trabalham o equilíbrio. Ilustrações: Thais Beltrame

Traçar linhas no chão e recolher um punhado de pedrinhas é o que basta para a preparação das brincadeiras com giz. Por terem normas versáteis, elas são adaptáveis aos dois estágios da Educação Infantil (leia as regras dos jogos na página seguinte). "Além de serem feitos em qualquer espaço - num pátio ou na própria sala, por exemplo -, esses jogos são ótimos para trabalhar o movimento no dia-a-dia", diz Fernanda Ferrari Arantes, psicóloga e professora de Educação Infantil da Escola Viva, em São Paulo. E não é preciso ficar restrito à tradicional amarelinha: as opções incluem caracol, toca do coelho e circuitos com diferentes graus de complexidade (veja as ilustrações).

Conteúdo relacionado

Reportagem

Regras dos jogos

Para os menores, de 2 e 3 anos, a vivência lúdica é o ponto forte - o importante, então, é deixar os pequenos se divertirem, oferecendo desafios adequados à faixa etária. "O controle motor ainda é restrito. Dá para brincar de caracol, por exemplo, porém sem exigir pulos em um pé só ou percursos muito longos", diz Ana Paula Yazbek, capacitadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo.

Na pré-escola, embora a ênfase no movimento siga dando o tom do trabalho, as regras também ganham destaque. Você já pode pedir o cumprimento de normas elaboradas, que necessitem de mais concentração e raciocínio. É importante, contudo, sempre considerar o nível da turma e ficar atento à diversidade. "Se o jogo ou as regras forem muito fáceis ou difíceis demais, o interesse da turma cairá. É preciso encontrar o equilíbrio e saber que algumas crianças não responderão de pronto a todas as regras", explica Marcelo Jabu, educador e autor dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Educação Física.

Ilustrações: Thais Beltrame

A Importancia de Brincar

O que não pode faltar na pré-escola

Para que as turmas de pré-escola se desenvolvam plenamente, é importante conhecer as características de cada faixa etária e fazer com que algumas experiências essenciais façam parte do planejamento. Veja aqui como trabalhá-las e por que são tão importantes

Beatriz Santomauro (bsantomauro@abril.com.br) e Luiza Andrade. Colaboraram Bianca Bibiano, Denise Pellegrini, de Curitiba, PR; Julia Browne, de Belo Horizonte, MG; Thaís Gurgel, de Sobral, CE; e Vilmar Oliveira, de São José dos Campos, SP.

Brincar

Por que trabalhar Essa é uma fase de ampliação do universo de informações: a mamãe é vendedora, o papai é motorista, o herói preferido voa, o livro de histórias fala de uma princesa bonita e corajosa. O meio de processar e assimilar tantos assuntos - enfim, entender o mundo - é brincar de faz-de-conta. "A complexidade da fantasia criada depende das experiências já vividas. Por isso, é fundamental oferecer ambientes ricos em possibilidades", afirma Zilma, da USP.
Fotos: Leo Drumond/Ag. Nitro
BRINCAR Nessa fase, a turma já compartilha momentos no parque (à esq.) e no faz-de-conta (direita).
Fotos: Leo Drumond/Ag. Nitro

O que propor As crianças ainda se divertem com os brinquedos de encaixar ou no parque, mas na pré-escola ganham destaque os jogos de regras - que exigem cumprimento de normas, concentração e raciocínio - e, principalmente, os simbólicos, em que se assumem papéis. Elas se apropriam dos elementos da realidade e dão a eles novos significados. Por meio da fantasia, aprendem sobre cultura. Ao dar bronca em uma boneca, por exemplo, os pequenos usam frases ouvidas de diálogos dos adultos, da TV e, em especial, de livros de histórias. A literatura traz elementos ausentes do cotidiano.

A meninada vai se tornando capaz de interagir com as brincadeiras por um tempo maior e considerar que os outros podem participar também. "No faz-de-conta, acontece algo íntimo que não se deve atropelar. O professor contribui com um gesto, uma palavra ou um brinquedo, mas a turma é livre para aceitar ou não", explica Zilma.

Uma boa estratégia para enriquecer o brincar é atrair a garotada para espaços diferenciados, como o canto da casinha, do salão de maquiagem, da mecânica ou da biblioteca. O cenário, por si só, avisa a proposta da brincadeira e pressupõe papéis. Depois, com o tempo, o grupo mesmo produzirá outros.

Conteúdo retirado do : http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Homem e o Desenvolvimento das Tecnologias na Contemporaneidade

As tecnologias dos tempos atuais permitem ao homem conhecer as culturas anteriores, pois as tecnologias contemporâneas são na maioria delas , o aperfeiçoamento ou desenvolvimento de tecnologias passadas. Ou seja, a cada tempo histórico se desenvolve uma determinada tecnologia para atender necessidades apresentadas para aquele momento. Ao se desenvolver novas tecnologias, o comportamento humano vai se adequando a essa nova realidade, e conseguentemente mudando e ou transformando seus hábitos, de acordo com o que lhe é apresentado.
O homem passa a agir, pensar e sentir o mundo diferentemente de seus antepassados , acompanhando o desenvolvimento e ou aperfeiçoamento das tecnologias contemporâneas. Pois se assim não o fizer, o mesmo tende a ser substituído ou ser considerado ultrapassado para o contexto social atual.

TECENDO SABERES

A idéia de criar o blog surgiu da necessidade de conhecer esta ferramenta de trabalho como suporte ao professor, e de cumprir uma atividade proposta pela disciplina de Tecnologias da Informação e da Comunicação como apoio Educacional - TIC, Ministrada pela Professora Daísa Teixeira, no 6º Período do Curso de Pedagogia da Universidade Federal do Espírito Santo.
IDADE CRIATIVA, tem como objetivo postar informações acerca das etapas de desenvolvimento da criança, bem como suas habilidades, criatividade e conhecimentos do cotidiano. Pois, é no fazer diário que ela aprende, desenvolve e constrói a sua identidade enquanto sujeito ativo.
Esperamos contribuir com os colegas educadores(as), pais e afins, no sentido de auxiliar como fonte de pesquisa. O blog está aberto a sugestões, idéias e críticas, para que possamos aprimorar esta ferramente importante na construção de novos conhecimentos.
Um abraço
Grupo Idade Criativa